| Ranking dos Portos Brasileiros
Para cada porto, é apresentado um perfil com volume de carga, tipos de produtos movimentados e área de influência. O estudo também inclui um ranking dos portos nacionais. A primeira posição é ocupada pelo Porto de Santos (SP), tendo sido usado como meio para o comércio internacional de todos os estados do país, com do Amapá. Santos movimentou, em 2007, mais 65,0 O estudo completo pode ser baixado gratuitamente neste endereço. Este é o ranking dos 34 portos estudados, baseado na sua movimentação em 2007 (em US$ milhões):
Outros dados apresentados são:
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Quinta-feira, 25 de Junho de 2009
Ranking dos Portos Brasileiros
Segunda-feira, 8 de Junho de 2009
Shell pede regras competitivas para pré-sal
Companhias estrangeiras interessadas em participar da exploração das imensas reservas de petróleo existentes na camada pré-sal da Bacia de Santos estão ficando apreensivas com a indefinição do modelo regulatório que o governo brasileiro vai adotar para o desenvolvimento de novos campos na região.
Elas estão preocupadas com os custos elevados dos investimentos que serão necessários para extrair o petróleo do pré-sal e temem que as condições impostas pelo governo para a participação de grupos estrangeiros sejam restritivas a ponto de reduzir seu interesse pelos reservatórios encontrados na área.
"O mais importante é assegurar que o novo sistema seja competitivo globalmente", disse ao Valor o executivo que dirige as atividades de exploração de petróleo da anglo-holandesa Shell nas Américas, Marvin Odum. "As regras precisam ser definidas de forma que o Brasil possa competir pelos dólares disponíveis para investimentos no setor."
A crise internacional fez os preços do petróleo despencar no ano passado. Embora eles tenham se recuperado um pouco nos últimos meses, a indústria ficou mais cautelosa e seu apetite por projetos muito arriscados esfriou. Mas a crise também empurrou para baixo os custos dos investimentos no setor, que estavam nas nuvens antes da crise.
"Há uma janela de oportunidade para que alguns investimentos sejam feitos a um custo menor", afirmou Odum. "Pode ser vantajoso para o pré-sal, que levará anos para ser desenvolvido e produzir volumes significativos, e seria uma pena se essa janela fosse desperdiçada por falta de clareza sobre o caminho a seguir."
O grupo interministerial que há meses está desenhando o modelo regulatório do pré-sal deve entregar sua proposta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva até o fim deste mês e o governo promete enviar o projeto ao Congresso em agosto. Investidores estrangeiros temem que as disputas entre os partidos que apoiam o governo e a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) criada para investigar a Petrobras façam a discussão se prolongar demais.
Os estrangeiros gostariam de ver mantido para o pré-sal o modelo de concessões em vigor desde a quebra do monopólio da Petrobras, em que as empresas pagam royalties pelo direito de explorar os recursos naturais do país. Mas o governo quer criar um sistema de partilha da produção, em que as empresas autorizadas a entrar no pré-sal terão que entregar ao governo o equivalente a uma fatia maior da sua produção, em dinheiro.
O governo está preocupado com a possibilidade de que as companhias estrangeiras usem seu poderio financeiro para levar vantagem sobre a Petrobras nos leilões em que os novos campos serão disputados e por isso está procurando maneiras de ajudar a estatal, que tem participação na maioria dos blocos leiloados antes da descoberta dos reservatórios do pré-sal.
"Se o pêndulo regulatório pender mais para o lado do governo do que para o do setor privado, o Brasil corre o risco de não conseguir atrair os recursos necessários para explorar o pré-sal", afirmou o ex-embaixador dos EUA Anthony Harrington, que preside a consultoria Stonebridge International e tem entre seus clientes a Exxon Mobil, que controla a Esso no Brasil e opera um bloco promissor no pré-sal.
As empresas estrangeiras tem enorme interesse no petróleo da Bacia de Santos porque têm enfrentado dificuldades para adquirir novas reservas em outras regiões do planeta. A Shell tem hoje reservas equivalentes a quase 12 bilhões de barris de petróleo, mas precisa de novas áreas para aumentar sua produção sem por seu futuro em risco.
Ainda há muitas incertezas sobre a viabilidade econômica da exploração dos reservatórios do pré-sal, localizados a mais de 5 mil metros abaixo da superfície do mar, sob camadas espessas de areia, rochas e sal. O governo acredita que os depósitos da área contenham dezenas de bilhões de barris de petróleo.
O preço do barril de petróleo no mercado internacional passou de US$ 65 na sexta-feira, mas ainda está longe do pico alcançado em julho de 2008, quando o produto foi negociado a US$ 145 o barril. O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, disse recentemente que a exploração do pré-sal será rentável mesmo se os preços voltarem para perto de US$ 45 o barril.
Odum prefere não arriscar nenhum palpite. "Muita gente diz que sabe o preço em que tudo vai funcionar, mas não há como ter certeza", disse o executivo da Shell. "Existe obviamente um potencial enorme no pré-sal, mas o tamanho desses depósitos ainda está por ser definido e há riscos significativos para o seu desenvolvimento, equivalentes aos riscos associados tradicionalmente à fase exploratória."
A Shell tem investimentos de US$ 31 bilhões programados para este ano no mundo inteiro e está prestes a deslanchar um plano de reorganização para reduzir custos e se tornar mais ágil. A divisão que será comandada por Odum, que estará no Brasil nesta semana para participar de uma conferência, administra um quinto das reservas da Shell e foi responsável por 22% da sua produção no ano passado.
A Shell foi a primeira empresa estrangeira a produzir petróleo no Brasil depois da abertura do setor, e no ano passado extraiu 23 mil barris por dia no país. Em agosto, quatro blocos que ela opera na Bacia de Campos devem começar a produzir. A Petrobras e a indiana ONGC são sócias do projeto, que terá capacidade para produzir 100 mil barris por dia. A Shell tem dez concessões no Brasil, incluindo três blocos do pré-sal que estão no início da fase exploratória. A companhia opera sozinha um deles e é sócia da Petrobras nos outros dois.(Fonte: Valor Econômico/Ricardo Balthazar, de Washington/Reuters)
Sexta-feira, 5 de Junho de 2009
PEC proíbe venda da Petrobras
Para entrar em vigor, a PEC precisa ser aprovada em duas votações pela Câmara e Senado, antes de ir à sanção
Brasília. O deputado Otávio Leite (PSDB-RJ) protocolou ontem na Câmara uma PEC (proposta de emenda constitucional) que proíbe a privatização da Petrobras. Depois das acusações da oposição de que seriam favoráveis à venda da empresa, o tucano propôs mudanças na Constituição para que as atividades da empresa sejam exclusivamente controladas pela União.
Leite afirma que a PEC é um ´brado para deixar claro à nação brasileira´ a posição do partido contrária à venda da estatal. ´A presença da Petrobras sobre o controle da União é fundamental, ao mesmo tempo em que é necessário seu funcionamento eficaz e austero´, disse o tucano.
Para entrar em vigor, a PEC precisa ser aprovada em duas votações pela Câmara e o Senado com a presença de pelo três quintos dos parlamentares (308 deputados e 49 senadores). A polêmica sobre a privatização da Petrobras ganhou força depois que a oposição pediu a criação da CPI.
O ministro Paulo Bernardo (Planejamento) afirmou que o objetivo do PSDB com a comissão é desmoralizar a Petrobras para poder privatizá-la depois. A senadora Ideli Salvatti (PT-SC), líder do governo no Congresso, também afirmou que a oposição criou a CPI da Petrobras para privilegiar os estrangeiros no novo marco regulatório do petróleo.
O PSDB reagiu às críticas da base governista. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse se sentir ´repugnado´ com as declarações de petistas que acusaram o PSDB de querer privatizar a Petrobras. O ex-presidente afirmou que foi em seu governo que a ´Petrobras se tornou uma companhia de expressão internacional´, assim como no mesmo período foi criada a ANP (Agência Nacional do Petróleo).
A instalação da CPI foi marcada para a próxima quarta-feira, depois de dois adiamentos. O atraso é devido o impasse da base aliada pela escolha do presidente e do relator. O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), é o favorito do Planalto para a relatoria - mas enfrenta resistências do líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL).(Fonte: Diário do Nordeste/CE)
Quinta-feira, 4 de Junho de 2009
Quip fecha contrato milionário com empresa gaúcha
As estruturas metálicas contratadas, que são secundárias, serão usadas para construção de escadas, suporte de tubulação, de instrumentação e de painéis, entre outros, em toda a obra que a Quip fará na P-55, inclusive na integração. O fornecimento destas estruturas terá início em agosto, quando ocorre a entrega da primeira parte destas peças, que virão desmontadas para montagem pela Quip. O contrato foi assinado na sexta-feira da semana passada.
Instalações da Quip
Atualmente, na área do dique seco, que está sendo construído no Superporto do Rio Grande, a Quip está trabalhando na construção de suas instalações. São quatro prédios, localizados próximo às oficinas do dique, sendo que três abrigarão seus escritórios e um dos escritórios da Petrobras relativos aos serviços da P-55. Dos três da empresa, um é destinado à parte administrativa, outro à central de integração da Engenharia e o terceiro ao centro de treinamento e ambulatório. Marcos Reis acredita que até o dia 30 deste mês serão entregues os escritórios da Petrobras. Os da empresa deverão ficar prontos até 15 de julho.
Enquanto isso, a Quip tem instalações provisórias na "infra offshore" (denominação dada ao dique) em contêineres para a equipe de supervisão de obras, segurança, saúde e meio ambiente que já está trabalhando no local. Além da parte administrativa da Quip e da Petrobras, também estão em construção um refeitório - com acentos para 1.500 trabalhadores e capacidade para até 2 mil refeições/hora, vestiário, cozinha, central de gases e ferramentas, que deverão ser concluídos até 31 de julho. As obras nas duas frentes de trabalho são realizadas por uma empresa contratada, sob supervisão da Quip.
Toda a área destinada à Quip na "infra offshore" está cercada, ficando separada do espaço usado pela WTorre/Estaleiro Rio Grande, responsável pela construção do primeiro dique seco de grande porte do País. A empresa também está começando a montar os equipamentos necessários para a montagem das vigas metálicas (de aço especial de alta resistência) e nós fornecidos pela Petrobras para a construção da estrutura do convés. As vigas devem começar a ser trabalhadas em julho. Em agosto, devem começar a chegar os painéis metálicos para a composição do convés e ser iniciada a montagem do convés propriamente dito.
Marcos Reis diz que a movimentação maior da Quip na "infra offshore" para a obra ocorrerá no segundo semestre deste ano. No momento, a ação é mais de planejamento, detalhamento de projeto e aquisição de material e equipamentos, o que é feito na filial, no Rio de Janeiro. Em torno de 70% do material e equipamento já foi adquirido. Em julho, chega o primeiro carregamento de chapas metálicas vindo da Europa. "Temos um grande desafio, que é garantir 75% de conteúdo nacional na P-55. Na P-53, conseguimos 78%", informa Marcos Reis.
A P-55, em cuja construção também estão envolvidas outras três empresas, deve ficar pronta em julho de 2011. Essa plataforma será do tipo semissubmersível e atuará no Campo de Roncador, a 125 quilômetros do Cabo de São Tomé, em Campos (Rio de Janeiro). Ela é destinada à produção de 180 mil barris de óleo por dia e tem capacidade de compressão de 6 milhões de metros cúbicos por dia de gás.(Fonte: Jornal Agora/Rio Grande,RS/Carmem Ziebell)
Instalação da CPI acontecerá dia 10 - próxima quarta-feira
Inácio foi o pivô do maior entrave para a instalação da CPI.
O senador Inácio Arruda resolveu voltar para a CPI das ONGs para reaver a relatoria que foi entregue à oposição
Brasília. Os líderes partidários decidiram transferir a reunião de instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras no Senado para a próxima quarta-feira (10), véspera de feriado de Corpus Cristi. O pedido de troca de data foi feito pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RS), alegando que ainda está em discussão uma questão de ordem, que trata da relatoria da CPI das ONGs.
Jucá já havia feito um questionamento à Mesa Diretora sobre a legitimidade da decisão do presidente da CPI das ONGs, senador Heráclito Fortes (DEM-PI), que substituiu o então relator Inácio Arruda (PCdoB-CE), pelo líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio Neto (AM).
"Sabendo que não teremos quórum, abrimos mão do oba-oba", disse Virgílio. "Queremos ver a comissão instalada", acrescentou o líder tucano. Os partidos da base do governo querem ter de volta a relatoria da CPI das ONGs. Eles sustentam que havia um acordo firmado de que o comando da CPI seria compartilhado entre governo e oposição.
Como o senador Inácio Arruda foi indicado a membro titular da CPI da Petrobras, ficando então com a titularidade em duas Comissões, algo vedado pelo Regimento Interno da Casa, Heráclito decidiu nomear Virgílio para o posto. Ontem Inácio decidiu abrir mão da titularidade na CPI da Petrobras para voltar a ser membro efetivo da CPI ONGs. Em seu lugar assumirá o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ).
Arruda defendeu a decisão dos partidos da base de apoio ao governo de impedirem a instalação da CPI em troca da devolução da relatoria da CPI das ONGs à base aliada. "A minha expectativa é de que a oposição não vá até às últimas conseqüências de que se deve quebrar os acordos".
Na avaliação do senador cearense, as duas comissões não deveriam ter sido "misturadas". "O problema da CPI da Petrobras tem que ser solucionado pela base, que deve examinar se fará ou não acordo com a oposição", argumentou Inácio Arruda. "Lá [na CPI das ONGs] tínhamos um acordo onde o presidente é da oposição, mesmo sem ter condições numéricas para isso.´ De acordo com ele, se não houver um entendimento quanto à questão o Senado viverá um clima de guerra.(Fonte: Diário do Nordeste/CE)
Quinta-feira, 28 de Maio de 2009
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Firjan promove palestra sobre planejamento estratégico em Macaé
Em comemoração à semana da indústria, o Sistema Firjan através do Sesi-RJ, Senai-RJ e Comissão Municipal de Macaé promove hoje (28), palestra sobre "Planejamento Estratégico Visão Pós-Crise". A palestra a ser ministrada pelo diretor Presidente e fundador da Macroplan, Cláudio Porto, apresenta os benefícios do Planejamento Estratégico Empresarial, principalmente em momentos de crise.
O evento acontece às 18h30 horas no auditório do Senai Macaé, na Estrada Virgem Santa, s/nº, no bairro de Botafogo, em Macaé (RJ).
As vagas são limitadas. Os interessados deverão confirmar presença através do 0800 0231 231ou, ainda, através da gerência de relacionamento com o mercado Petróleo e Gás Senai -RJ através do e-mail: petroleo.gas@firjan.org.br
